Sonhos de uma noite em Cachoeira da Adaga, e nova missão

Boa noite guerreiros e guerreiras!
Depois de nosso “passeio no parque” pelas Montanhas da Boca do Deserto, de onde recuperamos a Mão de Moradinh, percebemos que estávamos a fim de… passear, mais um pouco. Assim, foi com uma pontinha de ansiedade pelos perigos do futuro, e com 7 pontonas de expectativa pelas novas batalhas, que acolhemos a proposta de Mourngryn: ir até o Castelo do Penhasco, e conhecer a formosa arquitetura local.
Ok, ok… não era bem esta a proposta. A questão é que, com uma frequência incômoda, vinham sendo laçadas pedras de grandes dimensões em direção ao Vale da Adaga. E existiam fortes suspeitas de que elas estavam sendo lançadas a partir deste castelo, o que não batia com a hipótese de que este castelo estaria desocupado. Diante da possibilidade de matar alguns orks, e de ganhar um singelo título de nobreza e uma pequena propriedade ao final da atividade, eu pessoalmente fiquei muito entusiasmado. Até porque, meus pais foram mortos por orks. Assim sendo, nunca me cansaria, nem me cansarei, de matar criaturas desta sub-raça. Certo, exceção feita ao saudoso meio-ork Salim Farug Slog. Que Tempus o tenha em seus campos de batalha eternos, onde as batalhas são a doce atividade eterna dos que morreram em nome do bem e da justiça!
Não bastasse o generoso pagamento pela expedição, recebemos soberbo apoio logístico, com base em alimentação, carroças e montarias, 1 corda e 1 poção de cura por integrante da comitiva.
Depois que Graves foi a algum lugar incógnito, provavelmente ao graveyard, se juntou a nós Hugil Mão Pequena. Com este nome, só poderia ser um ladino… Mas, a verdade é que os ladinos compartilham com nós, bárbaros, o mesmo histórico de serem pouco considerados pela sociedade burguesa tucana de Faerûn. Bem, não sei direito o que são tucanas, mas dizem que tem muito disto num continente ao sul de Faerûn e da Linea Equinocialis.
Porem, antes de partirmos para mais esta expedição, cada um de nós foi resolver seus assuntos, domésticos ou indomesticáveis. Taugrim foi levar a Mão de Moradeen até sua ferraria em Cachoeira da Adaga. Lá, entregou o artefato a seu primo Azaghal, que no momento está administrando as marteladas por lá. Eu fui na taverna de Hubin tentar levantar informações sobre a situação no Castelo do Penhasco. Nada consegui quanto a isto, mas pelo menos conheci os encantos das mulheres do Vale da Adaga. Não sei se eram humanas, mas desde que fossem mulheres, eu era bem eclético. Pelo menos até conhecer Flora. Certo, Flora não quis saber de meus rudes sentimentos e de meu bárbaro coração, mas sei que fiz meu melhor!
Logo depois se juntou a nós, Dain, outro anão. Ele tem o papel de cantar a fim de nos motivar em nossas batalhas, mas frequentemente se perde neste objetivo, e começa a bajular Taugrim… a bajulação mutua dos anões é incorrigível! Mas tudo bem, são bons anões, especialmente quando estão em batalha!
Enfim, depois de resolvermos assuntos privados e muito privados, partimos para nossa viagem. Tivemos que acampar perto de uma toca de lobos. Depois de minha primeira conversa com lobos nesta vida sévérina, consegui convencê-los a montar guarda para nós.
Chegando perto do castelo, notamos que a arquitetura dele era… Zentarim. Confesso que não admiro muito o estilo deles. Como o caminho ficou extremamente íngreme, tivemos que deixar carros e montarias em local plano e seguro, enquanto os seres bípedes da comitiva partiram para a escalada do morro onde fica o castelo. Flora e Aria sentiram medo nesta subida, e Hugil quase caiu durante a escalada. Porem, Dain localizou uma passagem secreta, e Aria, depois de se recuperar de graves ferimentos de um tombo durante a subida, seguiu junto conosco por esta passagem. Ela era uma forte subida em espiral. Ao fim desta subida, chegamos a um terraço, com estátuas demoníacas destruídas. Passando deste terraço, chegamos a um salão onde as estátuas de seres do mal ainda estavam de pé. Isto era sinal de que não poderíamos baixar a guarda…

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Uma resposta to “Sonhos de uma noite em Cachoeira da Adaga, e nova missão”

  1. Grande Luciano,

    Muito bacana esta postagem…

    Um grande abraço,

    Hugo Marcelo
    P.S. O nome do meio Orc era “Adham Farug Zlog”.

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